Villa do Porto, em Florianópolis | Coluna da Valeria Cardoso
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Villa do Porto, em Florianópolis | Coluna da Valeria Cardoso

Nesta nova aventura, nossa colunista, Valeria Cardoso, nos conta sobre sua maravilhosa experiência com as ostras frescas de Santa Catarina, no restaurante Villa do Porto.
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Coluna da Valeria Cardoso

Valeria Cardoso

Olá pessoas!

Semana passada fui à Florianópolis, acompanhar o marido em uma viagem a trabalho. Apesar de ter tios e primos muito queridos na ilha, minhas viagens a Floripa estão sempre relacionadas a trabalho. Ficamos no Costão do Santinho, considerado um dos melhores resorts de praia do Brasil. Dessa vez tivemos um bônus especial, com uma trilha musical em ritmo de rock! Os hospedes do Costão (para os íntimos) tiveram shows privativos das bandas Ira, Paralamas do Sucesso e Escalene. Nem preciso dizer que foi maravilhoso!

No domingo após o check out do hotel, abusei da hospitalidade da família e pedi a meu primo, Rodrigo, que nos levasse a um restaurante típico. Queria experimentar as delícias locais, em especial as formidáveis ostras de Santa Catarina! Ele nos levou ao bairro Santo Antonio de Lisboa, à beira mar, com construções coloniais que lembram muito nossos casarões em São Luís. Várias lojinhas de artesanato, criatórios de ostras e restaurantes à beira mar.

O restaurante escolhido foi o Villa do Porto, localizado em um casarão colonial com paredes de pedra e mesas ao longo do deck da praia, onde ficamos. Logo que chegamos pedimos um vinho rosé e as sonhadas ostras ao natural, que vêm em cima de uma camada de gelo, acompanhadas de sal (completamente desnecessário, pois elas vêm naturalmente salgadas) e limão tahiti. Grandes, frescas e suculentas, as ostras harmonizaram perfeitamente com o rosé nacional escolhido, um corte de diversas uvas entre elas a Cabernet Sauvignon, a Cabernet Franc e a Pinot Noir (minha uva preferida).

Villa do Porto 1

Depois de quatro porções de ostras (falei que adoro ostras?) aceitamos a sugestão para experimentar o pastel de berbigão, um marisco muito apreciado na ilha. Ao chegar à mesa qual não foi nossa surpresa em encontrar nosso velho e bom sarnambi – para os maranhenses – refogado dentro de uma casquinha crocante e sequinha! Viva às peculiaridades linguísticas brasileiras!

Depois desse segundo aperitivo, decidimos que continuar no vinho e nos aperitivos seria a melhor opção. Assim, lulas à dorê acompanhadas de uma maionese de ervas foram nossa próxima opção. A maionese estava deliciosa, a lula suculenta e saborosa, a casquinha milanesa poderia ser um pouco mais saborosa e crocante. Gosto de temperar um pouco a farinha de rosca antes de usá-la, queijo parmesão ralado, pimenta do reino moída na hora e ervas fazem toda a diferença.

Vila do Porto 2

Ao final da segunda garrafa do nosso rosé, o garçon nos dá a péssima notícia que teríamos que mudar de vinho pois nossa escolha havia acabado! Sugeriu outro rosé nacional, porém muito inferior ao primeiro. Pedimos nosso último prato, a tainha, peixe típico de Florianópolis, feito inteiro e grelhado, com vinagrete e pirão. Estava gostoso, mas os peixes da nossa terrinha são imbatíveis. Segundo nosso guia particular, estamos fora da época, e o peixe não estava tão fresco como de costume.

Lá se foram quatro agradáveis horas, à beira mar, com uma companhia maravilhosa e um papo gostoso. De vez em quando a aproximação de um grupo de albatrozes para comer as migalhas que lhes atiravam nos levava a esquecer a vida corrida que levamos no dia a dia!

Média de preço: $$$$$ (mais de R$100) – 1 pessoa
Informações e reservas: no SITE.
Endereço

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